Uso Racional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos

O uso de grande variedade de plantas medicinais para a cura de enfermidades foi utilizado pelo o homem
desde os primórdios, e essa cultura se propaga até os dias atuais, por se tratar de uma técnica de baixo custo e
de herança cultural familiar. Diante de uma diversidade de plantas medicinais, deve-se atentar sobre o uso
empírico desses produtos pela a população, visto que poucas tem comprovações cientificas de eficácia no
tratamento de doenças e podem apresentar possíveis efeitos adversos. A Organização Mundial de Saúde
(OMS) estimula a prática de Medicina Tradicional / Fitoterápica, de forma complementar e com orientação
de profissionais da saúde no combate de doenças, dado que ao comparar com medicamentos alopáticos, os
fitoterápicos têm menor incidência de efeitos colaterais, além do baixo custo e melhor adesão pela população.
Com isso, o objetivo do trabalho, é enfatizar a importância do uso racional de medicamentos fitoterápicos,
visando a importância da orientação farmacêutica. Trata-se de uma revisão de literatura, com caráter
descritivo, exploratório e qualitativo. Foram inclusos artigos em português inseridos no banco de dados:
Scielo, Google acadêmico, além de revistas eletrônicas, livros com embasamento científico de referência e
base de dados do Ministério da Saúde. Foram selecionados artigos entre os anos de 2009 e 2019, excluindo
aqueles com duplicidade, e que não se encaixava no objetivo da pesquisa. Como as plantas medicinais e os
fitoterápicos são produtos de venda livre, o uso indiscriminado pode desencadear danos à saúde, dado que
mesmo sendo de origem natural, trata-se de substâncias químicas que podem causar toxicidade. Com isso, o
uso de plantas medicinais é um recurso importante para a população, possibilitando a junção do conhecimento
científico e cultural sob orientação profissional no tratamento de enfermidade, sendo o farmacêutico o
profissional habilitado para atuar na orientação sobre estes produtos, além disso, ele é responsável por alertar
a população sobre os riscos da automedicação de fitoterápicos.

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